O poema da ilusão

O amor não é doce, não é gentil. Ele é cruel: te seduz e te faz sofrer. Ele demora pra te fisgar, pois tem uma amiga muita parecida, apesar de distinta, que tenta fazer o seu papel: a paixão.

E ela te ilude, não deixa você pensar nem com a cabeça, nem com o coração, apenas com a ilusão, que te engana. Linguagem essa, diferente do amor. O amor tem uma ligação direta com o coração; uma vez interligado, parceiros fieis.

Mas nós, meros homens insensatos, não sabemos ouvi-lo. Ouvimos apenas a cabeça e a paixão, deixando-nos levar pela ilusão e, quase sempre, deixamos o amor escapar.

A verdade é que o amor é complexo demais pra se deixar entender.

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Ele

Era sexta-feira por volta da meia noite, as ruas etavam desertas e havia uma ventania incomum acompanhada por chuviscos e garoa. O caminho que ele devia percorrer era pouco mais de 300 metros, do trabalho até a sua casa. Seu psicológico já estava preparado para o pior: um assalto, espancamento ou sequestro a tal hora.

O vento balançava as árvores e movia objetos jogados pela rua, os minímos ruídos já eram motivo de desconfiança. Mesmo assim, ele não percebera a garota sentada na calçada, que estava encolhida, talvez por ter brigado com os pais, talvez apenas por revolta de adolescente, mas o seu olhar dizia que queria ficar sozinha. Ele então continuou seu caminho, virou a primeira das duas esquinas que haviam até sua casa e olhou em sua volta para ver se não tinha alguém suspeito. Pela rua, apenas o barulho do vento e de cachorros latindo, além das suas pegadas. À sua frente ele avistou um homem, parecia não ligar para o frio ou para o vento e usava uma mochila nas costas. Mas o homem não demonstrou perigo, e antes que os dois chegassem perto ele virou a esquina.

Ele chegou em sua casa, abriu o portão e entrou, sua tensão diminuiu e já sentia o alívio de ter passado por todo esse suspense, mas uma coisa ainda não lhe saíra da cabeça: a garota na calçada.

TO BE CONTINUED

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Indecisão

Tudo o que eu vejo me faz lembrar jornalismo. Pra onde eu olho vejo jornalismo, vejo vontade de cursar jornalismo. Mas e o medo? Quero poder me formar e ser um profissional realizado sem me preocupar em ser rico, mas também não quero ser pobre. Quero uma vida simples e confortável, fazendo o que gosto e da maneira que gosto. Espero que a minha dúvida entre jornalismo, psicologia e história acabe logo pra eu poder me dedicar logo a um sentido só!

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Oportunismo (aproveite você também!)

Acho que não só eu percebo isso, mas todo mundo se toca quando acontece: Se não há algo bem polêmico pra mídia “mamar”, eles focam em uma coisa comum mas que ninguém dá bola. E isso eu não vejo há algum tempo.  Os últimos meses têm rendido bastante matérias para o jornalismo brasileiro (e mundial).

Primeiro, a gripe suína; depois o acidente com o avião da Air France; veio então a morte de Michael Jackson e atualmente a crise do Senado. Sem contar que não se para de falar que a crise econômica tá acabando. E, por ironia, esses pratos recheados para a mídia vieram logo agora, que o diploma deixou de jornalista deixou de ser obrigatório. Benza Deus!

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Agosto: o mês do desgosto.

Todos os anos eu ouço a minha avó dizer: “Estamos chegando no mês do desgosto, vamos ver o que vai ter esse ano”. E pela primeira vez – deve ter sido falta de percepção nos outros anos – isso tá acontecendo de verdade.

Tudo começou a piorar já no dia 1 de agosto, em que eu fui cortar as pontas do cabelo e a cabeleireira tirou completamente os meus cachos. Quase chorei. No mesmo final de semana furei com 2 amigas minhas sem querer e levei um bolo involuntário. E, pra variar um pouco, essa semana o twitter me deixa na mão nos momentos em que eu mais preciso dele – toda hora -, maldito DDDoS! Mas, analisando o lado bom das coisas ruins, esse ataque me deu coragem pra criar o blog e reclamar mais um pouquinho diariamente. Produtivo, não?

Termino meu primeiro post com uma coisa bem clichê: bem-vindo ao blog! (¬¬’)

Update: depois eu explico o porque do nome do blog. –’

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